sábado, 13 de agosto de 2011

Blogdalouse:Autismo

AUTISMO

Falha na interação social recíproca

  • Isolamento total, como se estivesse em outro mundo.
  • Passividade diante dos outros, mas sem rejeição da presença.
  • Aceitação do contato, mas não busca o encontro.
  • Contato somente com adultos ou crianças mais velhas.
  • Dificuldade de estar com mais de um ao mesmo tempo.
  • Abordagem do outro na tentativa de interação de modo desastrado e inábil.
  • Estabelecimento espontâneo de contatos sociais, de uma forma particular, ingênua e unilateral.
Dificuldade na comunicação

  • Sem linguagem verbal e não verbal (ou pouca).

  • Fala limitada, com imitações (ecolalias) que podem ser do que o interlocutor acabou de dizer (ecolalia imediata) ou de situações mais distantes (ecolalia remota).

  • Fala um pouco mais adaptada, mas com reprodução de trechos que ouviu que são “colados” (pouca fala produtiva – da própria criança) É comum o uso da terceira pessoa ao invés do “EU”.

  • Abreviação de frases, expressão do estritamente necessário, sendo o contato social e a “troca de ideias” ignorados.
  • A linguagem parece um pouco mais desenvolvida, mas persistem alterações no discurso recíproco, na compreensão da linguagem figurada e entoação estranha, apesar do vocabulário e da gramática intactos.

  • Sem linguagem verbal e não verbal (ou pouca).

  • Fala limitada, com imitações (ecolalias) que podem ser do que o interlocutor acabou de dizer (ecolalia imediata) ou de situações mais distantes (ecolalia remota).

  • Fala um pouco mais adaptada, mas com reprodução de trechos que ouviu que são “colados” (pouca fala produtiva – da própria criança) É comum o uso da terceira pessoa ao invés do “EU”.

  • Abreviação de frases, expressão do estritamente necessário, sendo o contato social e a “troca de ideias” ignorados.

  • A linguagem parece um pouco mais desenvolvida, mas persistem alterações no discurso recíproco, na compreensão da linguagem figurada e entoação estranha, apesar do vocabulário e da gramática intactos.

Comprometimento da imaginação

· Repetição incessante de movimentos, rotina ou de atividades específicas


Reações comportamentais drásticas mediante mudanças como, por exemplo, trocar de lugar um objeto da casa.


· Presença de rituais (Ex: antes de sair de casa tem que...; na hora do banho deve sempre...).


· Mania de perfeição; tudo deve ser simétrico e não pode ficar fora daquele lugar. Gosta de alinhar objetos, colocar e tirar objetos de uma caixa.


· As atividades repetitivas são frequentes, no entanto as reações a mudanças são menos importantes.


· Os jogos do tipo “faz de conta” são ausentes; o que é possível observar é a cópia do jogo de outras crianças.


· Pode reproduzir em jogos situações do dia a dia, mas o faz de conta que introduz elementos novos e criativos ainda é difícil.









Blogdalouse:Algumas dificuldades de Aprendizagem

Disortografia : troca de letra na escrita;

Disgrafia : letra/grafia tensa, ou levíssima, acompanhada por sincinesias, isto é, movimentos de fundo desnecessários – contrações do rosto, lábios e boca, olhos etc.;

Discalculia ou Acalculia : dificuldades para a aprendizagem do raciocínio lógico, números etc; a discalculia está relacionado a problemas afetivos e detreinamento/ hábitos e a acalculia a problemas neurológicos e neuropsicológicos etc.

Dislalia : troca de letra na pronúncia/fala;

Dislexia : dificuldades anteriormente citadas podem confundirem o diagnóstico diferencial. Representa problemas relativos à leitura e à escrita: confunde letras semelhantes na escrita e no som; inverte letras e sílabas; omite letras ou acrescenta-as; confunde palavras semelhantes e sentidos diferentes; na cópia omite ou repete palavras ou frases; lê de modo monótono; pouco inteligível silabando; não entende o que lê etc.

DISTÚRBIOS DE LINGUAGEM NÃO DISFÁSICOS

1. Ecolalia – Repetição tal qual papagaio do que as pessoas dizem, com eliminação de qualquer evidência de entendimento do que foi mencionado e com perda da fala espontânea. Lesão situa-se no giro angular e córtex adjacente da fissura sylviana posterior do hemisfério dominante. Deve ser realçado que, para se manifestar, a área de Broca deverá estar intacta.

2. Dislalia – Distúrbio benigno da linguagem caracterizado por omissões ou substituições errôneas de consoantes. É a típica conversa do personagem Cebolinha. Bons resultados com fonoterapia.

3. Disartria – Articulação inapropriada das palavras. Vista em uma ampla variedade de condições neurológicas distintas. Doenças que afetam o cerebelo e parkinsonianos em fase mais avançada costumam exibir esse transtorno. Entretanto, para fins didáticos, o exemplo mais marcante, que deve-se ter em mente para uma pronta identificação desse distúrbio da fala, é o do "bebum em final de noitada". Aliás, intoxicação aguda pelo álcool é a causa mais freqüente de disartria. Apesar disso, outras etiologias devem ser ponderadas, principalmente quando a história clínica (e o hálito!) negar esta possibilidade. Em nosso meio, pessoas com a "doença dos açorianos" (Doença de Machado-Joseph), que apresentam marcantes sintomas cerebelares, costumam ser chamados de bêbados até que o diagnóstico seja estabelecido. Pacientes com outras formas de heredo-ataxias não raramente sofrem os mesmos percalços sociais.

4. Afonia – Perda completa da voz, sem qualquer outro sintoma associado. Distúrbios nos órgãos responsáveis pela fonação devem ser pesquisados. Na falta de evidência sugestiva de organicidade, uma origem psicogênica deveria ser questionada.

5. Anartria – Total incapacidade para pronunciar as palavras devido a um defeito no comando nervoso da musculatura envolvida na fonação. Apesar de não emitir sons, demonstra Ter sob controle consciente todos os demais complexos componentes da linguagem. A síndrome do encarcerado em si próprio (the "locked-in syndrome"), em conseqüência de lesões na porção ventral da ponte, é a causa mais freqüente desta rara condição. Nela, os pacientes estão totalmente paralisados e os movimentos oculares são a única forma de expressar plena consciência dos fatos.

6. Mutismo acinético – Pacientes nesse estado encontram-se em completa irresponsividade, apesar de estar alertas. Nenhuma forma racional de comunicação é possível. Atividade mental consciente nunca é manifestada. A expressão leiga "morto-vivo" talvez seja a melhor forma de expressar essa condição. Lesões vasculares na parte superior do tronco cerebral ou diencéfalo, ou mais raramente hidrocefalia, são as causas.

Blogdalouse:Escrita e Leitura(Continuação)

Permitir fazer avaliações com tempo extra, sozinho e com tutor para explicar o que cada questão está pedindo.

As avaliações devem conter poucas questões, com enunciados claros e simples.

Evitar situações constrangedoras, como por exemplo, pedir para ler em voz alta.

GERAL:

Dificuldade em seguir muitas ordens ao mesmo tempo. Por exemplo; “Abra o livro de história na página 39, faça agora os exercícios 1, 2 e 3 no caderno , e os exercícios 4 e 5 faça em casa numa folha de monobloco para ser entregue até 4ª feira.”

Problemas com coordenação motora fina: pintar, desenhar, amarrar, costurar.

Problemas com a coordenação motora grossa: falta de habilidade nos esportes, a criança é estabanada, derruba coisas da carteira.

O disléxico tem muita dificuldade para aprender uma segunda língua, uma vez que a relação fonema / grafema segue um padrão diferente. Porém é capaz de aprender “de ouvido”.

Baixa resistência á frustração, devido aos repetidos fracassos.

Resistência á atividades que exijam leitura e escrita.

Resistência á atividade em grupo, não querem se expôr.

Geralmente escrevem pouquíssimo, ou respondem somente “SIM” ou “NÃO”, ás questões escritas, devido a seu medo de errar..

Sentimento fortíssimo de menos valia.

Podem se transformar no “fantasma” da classe , no “palhaço” ou no “contraventor”.

OUTRA SUGESTÕES

- Nomear tutores, colegas de classe que tenham dom de ajudar.

- Dar dicas e atalhos, jeitos de fazer associações que ajudem a lembrar-se dos pontos da matéria.

-Recorrer a diferentes tecnologias, ex: CDRom, disquetes com a matéria gravada.

-Realizar vários tipos de trabalhos práticos valendo para nota, apresentados em diferentes expressões e linguagens, envolvendo estudo, pesquisa, criatividade e experiências diversas.

- No aprendizado da segunda língua, realizar , em alternativa á avaliação, pesquisas sobre a cultura inglesa, americana, hispânica, alemã ou francesa, dependendo da língua ensinada.

-Permtir a prova de um determinado ponto da matéria, ser um desenho..A criança pode desenhar uma cidade medieval, por exemplo.

-Permitir o uso de gravadores e máqina fotográfica nas aulas, nos momentos apontados pelo professor.

-Solidariedade, ênfase nos pequenos sucessos, muito elogio. Estar ciente que o disléxico se cansa muito nas tarefar escritas principalmente.

-Evitar expo-lo em peças, jogral, ou qualquer atividade que envolva memória de textos.

-Evite rotula-los.

“Dê ao aluno as possibilidades de aprender do jeito que ele aprende”

Fontes:

Prof. Mário Angelo Brággio – “INCLUSÃO DO DISLÉXICO NA SALA DE AULA”

Dra. Ana Luiza Amaral Borba- psicopedagoga-psicóloga – “COMO LIDAR COM O DISLÉXICO NA SALA DE AULA”

Dr. Jaime Zorzi – fonoaudiólogo- “RELAÇÃO ENTRE ORALIDADE E ESCRITA : PROGRAMA DE ESTIMULAÇÃO Á LINGUAGEM”

Profa. Dra. Alessandra Copovilla, médica pesquisadora USP – “DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E ESCRITA”

Dra Tânia Maria de Campos Freitas –psicopedagoga clínica-“ALTERAÇÃO NO PROCESSO DE LEITURA E ESCRITA”

Dra. Maria Eduarda F. De Carvalho- psicopedagoga especialista em descalculia - “O RACIOCÍNIO LÓGICO E A MATEMÁTICA”

Dra. Ana Alvarez-fonoaudióloga-“ATENÇÃO, MEMÓRIA E APRENDIZADO”

Dra. Maria Inês Fernandes- fonoaudióloga- “APRENDIZAGEM DA LEITURA E ESCRITA.”

Seminários realizados pela ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DISLEXIA, 2005.

Sally Shaywitz, M.D.- “OVERCOMING DYSLEXIA”

A. Marshall-“A GUIDE TO CHILDREN WITH DYSLEXIA”