quinta-feira, 7 de julho de 2016

Blogdalouse- Hemociálise

O QUE É HEMODIÁLISE?


Quando os rins deixam de funcionar, a hemodiálise surge como uma opção de tratamento que permite remover as toxinas e o excesso de água do seu organismo. Nesta técnica depurativa, uma membrana artificial é o elemento principal de um dispositivo designado dialisador, comumente conhecido por “rim artificial”
 
O objetivo da diálise é substituir as funções excretoras dos rins

PARA O TRATAMENTO É NECESSÁRIO:


Monitor de hemodiálise – bombeia o sangue: O monitor de sangue transporta o sangue, com segurança, desde o doente para o dialisador (filtro) e deste para o doente. O monitor mistura e aquece o dialisante, fornece-o corretamente ao dialisador, mede e regula o líquido a remover ao doente através do dialisador durante a diálise. - Diaverum

Linhas de sangue próprias – transportam o sangue: O sangue entra no circuito que se encontra no monitor através da linha de sangue arterial. Chamamos-lhe linha «arterial», porque transporta o sangue do doente até ao dialisador. Imediatamente a seguir à bomba de sangue, podemos adicionar o anticoagulante, p.ex. heparina. Depois do dialisador, o sangue é devolvido ao doente através da linha de sangue venoso. Esta linha tem uma câmara venosa. À volta da câmara venosa encontra-se um dispositivo, o chamado detector de ar, que desempenha a função muito importante de detectar e proteger o doente de entrada de ar no sangue de retorno. São efectuadas diferentes medições de pressão para tornar o transporte do sangue seguro. Também se encontram “clampes”, que se destinam a fixar as linhas de sangue e a parar o funcionamento do circuito extracorporal em certas situações de alarme.
O sangue é retirado do doente através da bomba sanguínea arterial. A bomba move o sangue por meio da rotação de dois rolos. Uma rotação completa fornece um certo volume. Por isso, quanto maior for o número de rotações por minuto, maior é o caudal de sangue. O primeiro dispositivo através do qual o sangue passa, é um“clamp” mecânico o “clamp” da linha arterial. Antes de entrar na bomba, o sangue passa por um dispositivo conhecido por transdutor de pressão arterial. O objectivo deste dispositivo é monitorizar o fluxo de sangue proveniente do acesso arterial e detectar eventuais obstruções. Quando a bomba de sangue está em funcionamento, a pressão nessa parte do circuito é sempre negativa. A pressão negativa é causada pelo facto de o sangue ter de ser extraído ou «aspirado» do acesso. Se a pressão descer abaixo de –200 mmHg, é sinal da existência de um problema no fluxo proveniente do acesso arterial ou de uma obstrução na linha que vai do acesso arterial ao transdutor de pressão.
Para lá da bomba de sangue, a pressão no circuito é positiva à medida que o sangue é bombeado para o dialisador onde decorre o processo de diálise. A seguir à câmara venosa encontra-se o transdutor de pressãovenosa, que mede a pressão causada pela resistência do sangue de retorno desde a câmara venosa até ao acesso vascular. O valor da pressão venosa deve ser sempre positivo. Um valor negativo pode indicar que a linha está desligada ou que o transdutor está sujo. Quanto maior for a pressão, maior é a resistência ao fluxo sanguíneo proveniente do acesso. A pressão pode aumentar ou diminuir durante o tratamento, dependendo do que se está a passar no circuito.
A bomba de heparina é um componente integrado no monitor de sangue. Normalmente é necessário um anticoagulante a fim de permitir que o sangue sejatratado fora do organismo durante várias horas sem coagular. O anticoagulante deve ser adicionado com segurança e precisão, conforme prescrito. Na maior parte dos casos é administrado em infusão através da bomba de heparina. A heparina pode ser administrada em bólus, no início do tratamento, numa difusão constante ou em doses intermitentes durante o tratamento. Existem dois tipos de anticoagulantes habitualmente utilizados na IRCT: a heparina padrão e a heparina com baixo peso molecular (HBPM).
Em certos casos, é necessário efectuar o tratamento sem qualquer anticoagulante, normalmente porque o doente está em alto risco de hemorragia. É importante notar que, como os doentes em hemodiálise normalmente recebem algum tipo de anticoagulante, o risco de hemorragia nestes doentes é geralmente maior. Assim, se for administrada uma infusão e o doente tiver um acesso AV, a infusão é suspensa antes do final do tratamento, a fim de permitir que o tempo de coagulação esteja apenas ligeiramente elevado quando as agulhas são retiradas.
Em relação ao dialisante, podemos dizer que cerca de 90% é constituído por água e os restantes 10% por concentrados. Para um doente em diálise, a exposição semanal média à água ronda os 360 litros (500 ml/min x 240 min x 3 tratamentos por semana) e esta exposição ocorre de forma não natural. Durante a diálise, existe apenas uma membrana fina semipermeável a separar o sangue do doente do dialisante. Com o potencial de difusão de uma série de substâncias para o sangue do doente, o conteúdo e a qualidade do dialisante tornam-se extremamente importantes! - Diaverum

Dialisador (“rim artificial”) – filtra o sangue: As duas qualidades mais importantes de um dialisador são o desempenho e a compatibilidade. O desempenho é a eficácia com que o dialisador limpa o sangue e a compatibilidade diz-nos até que ponto consegue gerir bem o contacto sangue/matéria estranha. O que se pretende saber é se dialisador idealmente consegue limpar o sangue sem causar efeitos secundários adversas no doente. A membrana, o modelo do dialisador e todo o processo de fabrico, incluindo a esterilização, estão interrelacionados, conferindo ao dialisador o seu desempenho final.
A maioria dos dialisadores actualmente fabricados são de capilares, em que o sangue flui no interior das fibras e o dialisante no exterior. Normalmente, o sangue e o dialisante fluem em sentidos opostos. É o chamado fluxo contracorrente. Este fluxo oposto mantém os gradientes de concentração máximos ao longo da extensão do dialisador, o que aumenta a velocidade de difusão. O feixe de fibras é fixado e amarrado em ambas as extremidades ao invólucro, utilizando um tipo de cola ou material cerâmico, normalmente poliuretano.
A espessura da membrana é importante quando se considera a clearance de solutos, dado que quanto maior for a distância que o soluto tem de percorrer através do material da membrana, mais tempo demora a passagem. No entanto, as membranas mais espessas podem ser mais eficazes quando é necessária a clearance de solutos maiores, uma vez que os poros tendem a ser maiores e alguns também possuem uma melhor capacidade de adsorção.
As membranas mais finas tendem a ser classificadas como de baixo fluxo e as membranas mais espessas como de alto fluxo. O termo fluxo descreve a permeabilidade das membranas a líquidos. O fluxo é uma expressão da permeabilidade da membrana a líquidos e é indicado como o coeficiente de ultrafiltração – CUF. Este é expresso em mililitros de líquido transferidos através da membrana em relação à área, ao tempo e ao gradiente de pressão, normalmente como ml/h/mmHg (PTM)/m2. Quando o coeficiente de ultrafiltração é inferior a 10, a membrana é classificada como de baixo fluxo. Se o coeficiente de ultrafiltração for superior a 20, então é designada como de alto fluxo.
Para descrever as propriedades de remoção de solutos de um dialisador são frequentemente utilizadas certas substâncias, medindo-se a sua clearance com diferentes débitos de sangue (QB) e um débito de dialisante constante (QD). As diferentes substâncias podem ser: Ureia – com um peso molecular (PM) de 60 Daltons, que é um produto final do metabolismo das proteínas. Creatinina – (PM 113D) um produto da decomposição do metabolismo muscular. Trata-se de pequenas moléculas que se difundem facilmente pela membrana e, por isso, as suas clearances são elevadas. A remoção dos solutos pequenos depende em grande medida do fluxo e aumenta substancialmente com o aumento da QB. Fosfato – (PM 96 – 97 D) acumula-se nos doentes urémicos. O excesso tem de ser removido. É um soluto pequeno, mas comporta-se como um grande soluto, porque atrai a água, ligando-se às proteínas e formando grandes agregados que não passam facilmente pela membrana.
Vitamina B12 – (PM 1355) não é uma toxina urémica, mas é utilizada como marcador para os solutos moleculares médios. Para remover eficientemente solutos deste tamanho, é necessário utilizar uma membrana mais permeável. Preferencialmente, a capacidade destas membranas para remover solutos maiores deve ser optimizada e as membranas devem ser utilizadas em associação com terapêuticas de convecção. Podemos ver que o aumento do fluxo de sangue tem um efeito menor sobre a remoção dos solutos maiores.
Por outro lado, a β2 microglobulina não é eliminada através de uma membrana de baixo fluxo, pelo que a dragagem é zero. Com uma membrana de alto fluxo, a β2microglobulina é removida e a quantidade removida é determinada pela permeabilidade da membrana. A β2m é uma proteína que se acumula no organismo dos doentes urémicos. Esta acumulação pode acabar por causar amiloidose secundária, uma complicação que contribui para a dor articular, a deformidade e a imobilidade e pode exacerbar a doença óssea. - Diaverum

 

Acesso vascular - acesso ao sangue corporal: Um acesso vascular é um sistema criado ou implantado cirurgicamente, através do qual o sangue pode ser extraído do organismo com segurança, transportado no circuito extracorporal e devolvido ao corpo. O sucesso da hemodiálise depende muito da adequação do fluxo de sangue através do dialisador. Um acesso vascular disfuncional diminui a adequação da diálise, aumentando assim a morbilidade e a mortalidade dos doentes. Por isso, um acesso vascular funcional é crucial e tem de ser assegurado. - Diaverum


A sua qualidade de vida depende da qualidade e quantidade de diálise, que, por sua vez, depende do seu acesso vascular.

ACESSO VASCULAR PARA HEMODIÁLISE

A sua qualidade de vida depende da qualidade e quantidade de diálise, que, por sua vez, depende do seu acesso vascular. Para realizar hemodiálise é necessário criar um acesso vascular, que permita que o seu sangue chegue ao dialisador e retorne para o seu organismo.

Existem três tipos de acessos possíveis:
  • Fístula artério-ven​osa (FAV)
  • Prótese (PAV)
  • Catéter Venoso Central para hemodiálise (CVC)

FÍSTULA ARTÉRIO-VENOSA(FAV)

O melhor acesso vascular é a fístula  arterio-venosa (FAV). A construção de uma fístula arteriovenosa consiste na junção de uma artéria com uma veia, é realizada por um cirurgião no bloco operatório sob anestesia local. O sangue da artéria, que tem maior pressão, passa a circular para a veia, fazendo com que a parede desta vá dilatando e engrosse. Este processo de maturação demora, cerca de 6 a 8 semanas, após a qual a veia desenvolvida já permite ser canulizada com 2 agulhas próprias e proporciona a efetivação do tratamento hemodialítico.



Seguir





COMPLICAÇÕES COM FÍSTULA ARTERIO-VENOSA (FAV)

  • fluxo de sangue
  • estenose e trombose
  • isquemia da mão
  • edema de mão ou braço
  • aneurisma ou pseudoaneurisma
  • infecções

PRÓTESE (PAV)

Existe alguns casos em que não é possível construir uma fístula artério-venosa. Nestes casos o cirurgião coloca por baixo da pele um tubo sintético (Prótese) que vai ligar uma artéria a uma veia. Após a cicatrização que demora aproximadamente 2 a 4 semanas, a prótese está apta para ser utilizada e serão introduzidas, á semelhança da fístula arterio-venosa, 2 agulhas próprias  em cada tratamento.
Prótese (PAV)

"A SAÚDE DO SEU ACESSO É DETERMINANTE PARA O SEU TRATAMENTO"



CUIDADOS COM A FÍSTULA ARTERIO-VENOSA / PRÓTESE

Para proteger a sua fístula arteriovenosa ou prótese deve ter os seguintes cuidados em relação ao seu braço:
  • não usar roupa muito apertada;
  • não usar pulseiras ou relógios;
  • não carregar objetos muito pesados (máximo 5kg);
  • não realizar atividades que exijam muito esforço;
  • não permitir que seja colhido sangue ou avaliada a tensão arterial;
  • não permanecer deitado por longos períodos de tempo sobre o braço;
  • é normal sentir, em especial nas fístulas artériovenosas, para além do pulsar do sangue, uma sensação de tremor (frêmito), que é resultado do turbilhão de sangue que circula da artéria para a veia.

Deve contatar a Clínica de Hemodiálise
  • Se o seu acesso vascular (fístula ou prótese) estiver quente, vermelho, inchado, duro, com saída líquido ou sem frémito;
  • Se tiver febre;
  • Fistula ou prótese começar a sangrar e não conseguir parar o sangue (hemorragia).

CATÉTER VENOSO CENTRAL PARA HEMODIÁLISE

O cateter para hemodiálise, embora se tenha revelado, desde há 35 anos, um bom acesso de emergência que permite iniciar tratamento dialítico a muitos milhares de doentes, está sujeito a muitas complicações, designadamente a infeção. Por isso, deve ser encarado como um acesso de recurso e ser substituído, tão breve quanto possível, por uma FAV ou por uma prótese.
O cateter venoso central é um tubo sintético inserido na parte inferior do pescoço ou perna (zona da virilha). Uma das extremidades é inserida até á veia e a outra extremidade fica exteriorizada. A parte exteriorizada é constituída por dois ramos e as linhas de sangue conectam diretamente a estes não sendo necessário agulhas. Um ramo leva o sangue até ao dialisador e o outro permite que o sangue filtrado retorne ao seu organismo
Este cateter permanece sempre colocado mesmo entre os tratamentos e a extremidade que fica exteriorizada necessita de ser protegida por um penso adequado.
Normalmente este tipo de acesso é temporário, até que a sua fístula artério-venosa ou prótese esteja em condições de ser utilizada. Não é recomendado a sua utilização a longo prazo pelo risco de infeção.


Um cateter é sempre uma situação muito delicada, o que requer muitos cuidados tanto por parte dos profissionais de saúde como por si.

Catéter Venoso Central para hemodiálise


A infecção é a complicação que mais frequentemente leva a hospitalização. Pode ser identificada por muitos sintomas, incluindo: exsudado purulento no local de inserção, febre ou arrepios sem outras infecções. A incidência de infecção aumenta após 2 meses in situ. O cateter deve ser substituído/removido se ocorrer infecção.

CUIDADOS COM O CATÉTER VENOSO CENTRAL

Para reduzir o risco de infecção deve ter os seguintes cuidados em relação ao seu penso do cateter:
  • Não usar roupa muito apertada.
  • Evitar molhar o penso do cateter durante a sua higiene, protegendo-o com um plástico fixo com adesivo.
  • Nos cateteres localizados na perna, deve evitar atividades que impliquem dobrar com frequência as pernas (ex andar de bicicleta).
  • Observar com frequência o pensa para garantir que não está descolado ou sujo.
  • Se o penso estiver descolado ou com vestígios de sangue deve contactar o centro de diálise.
  • Evitar ambientes de risco (locais com muito pó, exposição direta ao sol, piscinas, saunas, etc).
  DURAÇÃO E EFICÁCIA DA DIÁLISE - Para que se consiga eliminar os produtos tóxicos é necessário um mínimo de horas. Todos os estudos confirmam que 12 horas por semana (4 horas, 3x semana) é o mínimo de tempo, independentemente do peso do doente e do que ele come ou bebe. Nos doentes muito pesados e que comem muito poderá ser necessário mais tempo de diálise.

 
Geralmente, a hemodiálise é efetuada num hospital ou numa unidade de diálise num horário fixado entre as 08.00 horas e a meia-noite. No entanto, algumas unidades facultam-lhe a possibilidade de efetuar o tratamento durante o período noturno. Existe, ainda, a possibilidade de efetuar hemodiálise no domicílio, embora esta modalidade se encontre pouco implementada no nosso país. É uma modalidade de diálise autônoma que permite maior liberdade de horário. Naturalmente, para que ela seja exequível, é indispensável que o estado geral do doente seja razoável, que as sessões terapêuticas decorram sem problemas e que o doente e um parceiro sejam submetidos a um programa de aprendizagem prévio.
A função da hemodiálise é, portanto, eliminar a água e o “lixo”que se acumula no intervalo entre as sessões. Não se destina apenas a tirar “peso”.


 

SINTOMAS INTRADIALÍTICOS

 
As complicações mais comuns durante a hemodiálise são, hipotensão (20-30% das diálises), cãibras (5-20%), náuseas e vômitos (5-15%), cefaleia (5%), dor torácica (2-5%), dor lombar (2-5%), prurido (5%) e febre e calafrios (< 1%).
Alguns são frequentes, embora pouco graves e fácil e rapidamente resolúveis, tais como: náuseas, vômitos, dor de cabeça, hipotensão arterial, cãibras, hematomas ou perdas de pequenas quantidades de sangue pelos locais de punção.

Outros, apesar de serem muito pouco frequentes, são mais graves: hipotensão arterial severa, alterações cardíacas como arritmias e angina de peito, embolia gasosa, acidentes cerebrovasculares e reações alérgicas de gravidade variável. Podem, excecionalmente, chegar a colocar em risco a sua vida. No entanto, por imposição legal, todas as unidades de diálise se encontram adequadamente apetrechadas para a sua resolução no imediato.

 
Os doentes em hemodiálise podem viajar. Para isso é necessário, com antecedência, informar o seu centro de diálise para agendar os tratamentos, durante esse período, num centro o mais próximo possível do seu local de férias.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES RELATIVAS AO TRATAMENTO DIALÍTICO

A diálise peritoneal e a hemodiálise são igualmente eficazes e não se excluem. Qualquer que seja a escolha, ela não será definitiva. Mantém-se aberta a possibilidade de mudar de modalidade de diálise se achar que a escolha não foi acertada ou se o nefrologista considerar que não se está a obter o resultado pretendido.
Se houver alguma dúvida sobre a doença ou sobre a escolha da modalidade de diálise, o nefrologista / enfermeiro/a prestará os esclarecimentos necessários.
Deverá, porém, ter em conta que, de acordo com a regulamentação aplicável, o Estado apenas assegura o pagamento dos transportes para a unidade mais próxima do seu domicílio. Se a distância for consideravelmente superior, caber-lhe-á suportar o diferencial.


 
Se tiver dúvidas ou precisar de esclarecer mais aprofundadamente este assunto fale com o seu Médico ou Enfermeiro/a.

blogdalouse- Problema Renal crônico

Insuficiência renal crônica

O que é Insuficiência renal crônica?

A insuficiência renal crônica, também chamada de doença renal crônica, é a perda lenta do funcionamento dos rins, cuja principal função é remover os resíduos e o excesso de água do organismo.

Causas

A insuficiência renal crônica ocorre quando uma doença ou outra condição de saúde prejudica a função renal, causando danos aos rins – que tendem a agravar-se ao longo de vários meses e até mesmo anos.
Doenças e condições que geralmente causam a doença renal crônica incluem:
A insuficiência renal crônica leva a um acúmulo de líquidos e resíduos no organismo. Essa doença afeta a maioria dos sistemas e funções do corpo, inclusive a produção de glóbulos vermelhos, o controle da pressão arterial, a quantidade de vitamina D e a saúde dos ossos.

atores de risco

Os fatores que podem aumentar o risco de uma pessoa desenvolver insuficiência renal crônica incluem:

 sintomas

Sintomas de Insuficiência renal crônica

A doença renal crônica piora lentamente com o tempo. Nos primeiros estágios, pode ser assintomática. A perda de função, geralmente, demora meses para ocorrer. Ela pode ser tão lenta que os sintomas não aparecem até que o funcionamento dos rins seja menor que um décimo do normal. Ou seja, quando a pessoa perceber, ela já costuma estar com o funcionamento dos rins completamente comprometido.
Os primeiros sintomas da insuficiência renal crônica, em geral, também ocorrem com frequência em outras doenças e podem ser os únicos sinais da insuficiência renal até que ela esteja em estágio avançado.
Os sintomas podem incluir:
Outros sintomas podem aparecer, principalmente quando o funcionamento dos rins piora, incluem:

 diagnóstico e exames

Buscando ajuda médica

Procure ajuda médica se você apresentar quaisquer sinais ou sintomas de insuficiência renal crônica.
Se você tiver uma condição médica que aumenta o risco de doença renal crônica, o médico deverá fazer monitoramento constante da pressão arterial e da função renal por meio de exames de sangue e de urina, que deverão ser feitos com regularidade, bem como as consultas, que devem obedecer a uma periodicidade.

Na consulta médica

Marque uma consulta com um nefrologista, que é o médico especialista em rins. No consultório, descreva todos os seus sintomas e procure esclarecer todas as suas dúvidas também. Responda adequadamente às perguntas que o médico poderá lhe fazer. Vejas exemplos:
  • Quando os sintomas começaram?
  • Seus sintomas são frequentes ou ocasionais?
  • Qual a intensidade de seus sintomas?
  • Você tomou alguma medida para aliviar os sintomas? Qual? Funcionou?

Diagnóstico de Insuficiência renal crônica

A hipertensão está quase sempre presente durante todos os estágios da doença renal. Um exame neurológico pode mostrar sinais de dano nervoso. O médico pode escutar, com a ajuda de um estetoscópio, ruídos anormais no coração ou nos pulmões.
O exame de urina pode, ainda, mostrar proteínas ou outras alterações. Essas alterações podem aparecer de seis meses a dez anos ou mais, antes do aparecimento dos sintomas.
Os exames que verificam o funcionamento dos rins abrangem:
  • Níveis de creatinina
  • BUN (nitrogênio ureico no sangue)
  • Depuração de creatinina
A insuficiência renal crônica altera os resultados de vários exames. Cada paciente necessita verificar os níveis de alguns sais e minerais presentes no sangue regularmente, com a frequência de dois a três meses aproximadamente, com a realização de um hemograma completo e de um exame para checagem decolesterol. Veja as substâncias cujos níveis essa doença costuma prejudicar:
  • Potássio
  • Sódio
  • Albumina
  • Fósforo
  • Cálcio
  • Magnésio
  • Eletrólitos
As possíveis causas da insuficiência renal crônica podem ser identificadas em:
  • Tomografia computadorizada abdominal
  • Ressonância magnética abdominal
  • Ultrassom abdominal
  • Ultrassom renal
O médico pode, ainda, retirar uma pequena amostra do tecido que reveste os rins para análise laboratorial. Esse teste pode ajudar, também, a identificar as possíveis causas da insuficiência renal crônica.

 tratamento e cuidados

Tratamento de Insuficiência renal crônica

Controlar a pressão arterial é a chave para atrasar a maior parte dos danos causados pela insuficiência renal crônica. O objetivo desta fase do tratamento é manter a pressão arterial abaixo de 130/80 mmHg.
Outros tratamentos podem incluir:
  • Medicamentos especiais usados para ajudar a impedir que os níveis de fósforo no sangue fiquem muito altos
  • Tratamento para anemia, com adição de ferro à dieta, uso de suplementos orais de ferro, injeções intravenosas para suprir a necessidade dessa substância na corrente sanguínea e transfusões de sangue
  • Suplementos de cálcio e de vitamina D
Alterações na rotina e nos hábitos diários e alimentares também devem ocorrer. Aliados ao tratamento médico, essas adaptações à atual condição são essenciais para garantir a qualidade de vida do paciente.

Hemodiálise

O momento para começar a diálise depende de diferentes fatores, como os resultados dos exames de laboratório, a gravidade dos sintomas e a disposição do paciente para as sessões.
O paciente deve começar a se preparar para a diálise antes que ela seja efetivamente necessária. A preparação envolve aprender sobre a diálise e os tipos existentes, além dos procedimentos que devem ser realizados antes das sessões
O transplante de rim surge como uma das últimas opções para um paciente de insuficiência renal crônica.

Medicamentos para Insuficiência renal crônica

Os medicamentos mais usados para o tratamento de insuficiência renal crônica são:
Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

 convivendo (prognóstico)

Convivendo/ Prognóstico

Medidas caseiras devem ser tomadas em conjunto com o tratamento médico. Veja algumas dicas:
  • Não fume
  • Alimente-se de uma dieta com pouca gordura e colesterol
  • Faça exercícios leves e moderados regularmente
  • Tome medicamentos para reduzir o colesterol, se for necessário
  • Mantenha sua glicemia sob controle
Mudanças na dieta também deverão acontecer. Confira:
  • Limite a ingestão de líquidos
  • Seu médico poderá recomendar uma dieta com pouca quantidade de proteína
  • Pode ser necessário reduzir o sal, o potássio e outros eletrólitos também
  • É importante seguir uma dieta em que você possa obter calorias suficientes, principalmente se estiver perdendo peso

Complicações possíveis

Insuficiência renal crônica pode levar a complicações de saúde graves, como:

Expectativas

Muitas pessoas somente são diagnosticadas com insuficiência renal crônica quando já perderam grande parte da função dos rins.
Não há cura para a doença renal crônica. Quando não tratada, ela normalmente evolui para falência renal terminal, que pode levar à morte. O tratamento durante toda a vida pode ajudar controlar os sintomas da doença renal crônica.

 prevenção

Prevenção

Para reduzir o risco de insuficiência renal crônica, siga algumas medidas, como essas:
  • Beba álcool com moderação
  • Faça uso moderado de medicamentos vendidos sem necessidade de prescrição médica em farmácias. O ideal é sempre consultar um médico antes de tomar qualquer tipo de medicação
  • Mantenha um peso saudável e pratique exercícios físicos regularmente
  • Não fume
  • Gerencie suas condições médicas com a ajuda do médico. Se você tem doenças ou condições que aumentam o risco de doença renal, converse com um especialista sobre a melhor forma de controlá-los.

Tratamento de Insuficiência renal aguda

O tratamento provavelmente será focado naquilo que está causando a insuficiência renal, e por isso poderá variar. Por exemplo, o paciente pode precisar restaurar o fluxo de sangue para os rins, parar todos os medicamentos que estão causando o problema ou remover uma obstrução no trato urinário.
No entanto, existem algumas recomendações que são gerais para o tratamento da insuficiência renal aguda. Confira:
Mudanças na dieta
Deverá ser feita uma restrição alimentar e de líquidos. O objetivo é reduzir a acumulação de toxinas que são normalmente eliminados pelos rins. Uma dieta rica em carboidratos e pobre em proteínas, sal e potássio é geralmente recomendada.
Medicamentos
Antibióticos podem ser prescritos para tratar ou prevenir todas as infecções que podem estar causando ou agravando a insuficiência renal. Diuréticos podem ser usados para ajudar os rins a eliminar líquidos. Cálcio e insulina podem ser receitados para ajudar a evitar uma acumulação perigosa de potássio no sangue.
Diálise
Esse procedimento envolve o desvio de sangue para fora do seu corpo em uma máquina que filtra os resíduos. O sangue limpo é então devolvido ao seu corpo. Se os níveis de potássio são perigosamente altos, a diálise pode salvar vidas. A diálise pode ser necessária, mas não é sempre necessária. É usada se houver mudanças em seu estado mental ou se você parar de urinar. A diálise também pode ser necessária em casos de pericardite, uma inflamação do coração. A diálise também pode ajudar a eliminar resíduos de produtos de nitrogênio do corpo.
www.minhavida.com.br/saude/temas/insuficiencia-renal-cronica

Blogdalouse-2- Receita para todo tipo de cabelo

2-Receita para todo tipo de cabelo

Diminuir volume:

  • Em um recipiente, misture 1 colher de (sopa) de polpa de abacate, 1 colher (sopa) de óleo de amêndoas doce e 1 colher de (sopa) de iogurte natural. Aplique nos fios, massageando com as pontas dos dedos. Deixe agir por 5 minutos e enxague.
  • Deixe 2 colheres (sopa) de aveia de molho em 1 copo grande (250 ml) de leite morno por meia hora. Acrescente 1 pote (200 ml) de iogurte natural e 1 colher de (sopa) de gérmen de trigo. Aplique a mistura nos cabelos secos, coloque uma touca térmica e deixe agir por 20 minutos.Lave o cabelo com xampu suave.
Para aumentar o volume dos cabelos:
  • Bata 2 claras em neve. Acrescente 2 gemas e uma colher de água, misturando bem. Aplique a mistura nos cabelos, deixe agir por 20 minutos e enxague com água fria.
Para cabelos brancos:
  • Misture 1/2 gengibre ralado com 4 cravos-da-índia amassados ou pilados e 1 copo de (200 ml) de água filtrada.Deixe a mistura descansar por 10 minutos.Na sequência, massageei o couro cabeludo, usando a ponta dos dedos, com o preparado de cravo e gengibre por outros 10 minutos.Finalize,enxaguando bem. De preferência com água.
Para cabelos escuros:
  • Coloque 1 litro de água em um recipiente e leve ao fogo alto.Antes de iniciar a fervura (ao criar bolhas), desligue o fogo e tampe o recipiente por 10 minutos.Adicione 2 colheres de (sopa) de chá preto(erva) e tampe a panela novamente por mais 10 minutos.Coe a mistura e passe nos cabelos secos.Deixe agir por 20 minutos antes de enxaguar.
  • Prepare 1 copo(200 ml) de café bem forte, passe a mistura nos cabelos secos e deixe agir por 20 minutos antes de enxaguar por completo os fios.
Cabelos claros:

  • Coloque 1/2 xícara (chá) de camomila em 1/2 xícara de (chá) de água fervente. Deixe esfriar por meia hora e aplique nos cabelos lavados.Deixe agir por alguns minutos e enxague os fios.Repita o procedimento uma vez por semana.
  • No liquidificador, bata 1 maracujá com 2 copos de água de(200 ml).Passe a mistura nos cabelos e deixe secar naturalmente.
Cabelos vermelhos:
  • Ferva 1/2 xícaras (100 ml) de água.Adicione 1/2 xícara de (chá) de hibisco e desligue o fogo.Deixe esfriar.Aplique a mistura nos cabelos lavados, espere agir por alguns minutos e lave os fios. Repita o procedimento 1 vez por semana.
  • Ferva 2 beterrabas picadas com um pouco de água.Coe e deixe a mistura esfriar.Aplique o líquido nos fios e coloque filme plástico.Após 20 minutos, retire o filme plástico, espere os cabelos esfriarem e enxague.
Mistura antiqueda :
  • Ferva 1 colher de (sopa) de alecrim e 1 colher de (sopa) de jaborandi em um litro de água por 15 minutos.Deixe esfriar e aplique no couro cabeludo diariamente por 20 dias.
  • Coloque de 15 a 20 gotas de óleo essencial de alecrim em 200 ml de xampu neutro.Lave os cabelos com a mistura diariamente,de preferência usando água fria ou no máximo morna.
  • Faça fricções no couro cabeludo com a polpa extraída da babosa durante 20 minutos.Em seguida, lave os cabelos como de costume.
Fios quebradiços:
  • Passe 1 banana pela peneira Misture ao sumo da fruta 1 colher de (sopa) de óleo mineral e aplique nas pontas e no comprimento dos fios.Coloque em filme plástico e deixe agir por 20 minutos.Enxague bem, utilizando um condicionador se necessário.
  • Bata , no liquidificador, 1 colher (sopa) de óleo de rícino,1 ampola de vitamina A e 1 gema. Passe nos fios, massageando com as pontas dos dedos.Deixe a mistura agir por 5 minutos.Em seguida , lave os cabelos como de costume.
Calvície:
  • Prepare um chá com 1 copo grande de (250 ml) de água fervente e 1 colher de (sobremesa) de gengibre ralado(sem casca). Espere amornar, coe e aplique sobre a região calva.Cubra a cabeça com uma touca plástica e deixe agir por meia hora antes de enxaguar.Repita o procedimento 3 vezes por semana.

Blogdalouse: 1-Receitas para todo tipo de cabelo

1-Receita para todo tipo de cabelo

Cabelos secos: 
  • Misture 1/2 abacate maduro picado com 1/4 de xícara(chá) de maionese.Passe o creme no cabelo, fazendo movimentos circulares com as pontas dos dedos.Deixe a mistura agir por 30 minutos antes de lavar como de costume.
  • Misture 1 ovo, 1 colher(chá) de mel e 2 colheres de (chá) de azeite de oliva.Aplique nos cabelos molhados, cobrindo-os com uma toalha ou filme plástico. Deixe agir por 30 minutos antes de lavar com xampu.
  • Misture 1 colher(sopa) de mel com 2 colheres de (sopa) de xampu.Lave os cabelos normalmente com a mistura.
Cabelos Oleosos:
  • Adicione 1/4 de xícara (chá) de polpa de babosa ao seu xampu.Lave os cabelos normalmente com a mistura.
  • Ferva 1 litro de água com 1 xícara (chá) de folhas de alecrim. Coe o chá e misture 1 clara de ovo.Aplique essa mistura nos cabelos e deixe agir por 30 minutos. Depois enxágue com água fria.
  • No liquidificador bata 1/2 copo de leite desnatado com 2 colheres (sopa) de aveia. Aplique essa mistura nos cabelos limpos, massageando-os.Deixe agir por 20 minutos e lave com água 
Cabelos normais:
  • Rale 1 cenoura média e adicione a polpa de 4 folhas de babosa. Misture tudo e aplique nos cabelos. Deixe agir por 20 minutos e lave como de costume.
Cabelos crespos:
  • Junte 1 colher de (sopa) de óleo de girassol, 2 bananas- nanicas maduras e bata no liquidificador. Em seguida, passe nos cabelos. Depois de 30 minutos. Lave os fios com xampu neutro.
  • Amasse 1 abacate maduro até obter um creme homogêneo. Acrescente mel e passe a mistura nos cabelos úmidos. Cubra-os com touca plástica e deixe agir por 30 minutos. Na sequência enxágue e lave com xampu.
Para dar brilho aos cabelos:
  • No liquidificador, bata 10 morangos, 1 colher (café) de óleo de rícino e 1 ampola de vitamina A com 1 gema de ovo. Aplique a mistura com um pente de cerdas longas e deixe agir por 20 minutos antes de enxaguar.
  • Misture 1/4 de xícara (chá) de sumo de limão com 1/2  xícara de (chá) de água e aplique sobre os cabelos. Deixe agir por alguns minutos e enxague. Atenção: não tome sol com a mistura nos cabelos.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Blogdalouse- Sais de banho

Sais de banho

Ingredientes:
800 g de Cloreto de sódio
200g de Sulfato de magnésio
10 ml de essência fragância refrescante
Corante a base de água alimentícia na cor rosa
Balança artesanal ou doméstica
Saco plástico
Colher de sopa
Vidro para sais de banho
Etiqueta

Modo de preparo:

  1. Pese 800 g de cloreto de sódio em balança e coloque em um saco plástico.O cloreto de sódio pode ser fino ou grosso, o que definirá a finalidade dos sais de banho.Se for grosso é usado em banheiros e se for fino é recomendado para o chuveiro. Adicione 200 g de sulfato de magnésio com a colher de sopa. O talher será usado para a colocação do material.
  2. Deixe um pouco de ar dentro do saco plástico e feche-o para misturar os ingredientes.Agite até o cloreto se misturar bem ao sulfato.Os dois produtos têm texturas diferentes,mexa atá que eles formem uma mistura homogênea.
  3. Acrescente 10 ml de essência fragância refrescante, deixando o ar para que a essência se misture ao cloreto.
  4. Coloque corante alimentício a base de água, na cor rosa, e feche o saco, deixando o ar, agite até que a cor fique uniforme.
  5. Pegue um vidro para sais com tampa de rolha e coloque o produto.
  6. Na hora do banho, aproveite para relaxar com os sais refrescantes.


Blogdalouse- Creme esfoliante para os pés

Creme esfoliante para os pés


     Os pés , embora tendem em ser ignorados, são as partes do corpo que mais sofrem durante o dia, pois suportam todo o nosso peso e são afetados pelo fato de estarem quase em contato direto com o solo. Para evitar calcanhares rachados, calos e mante- los com uma aparência linda e saudável é essencial cuidar deles e sujeitar os pés a constante hidratação e esfoliação. Em este artigo de um Como.com.br vamos falar sobre como fazer um creme esfoliante para os pés, experimente e verá como ficaram mais suaves e renovados.
  1. Esfoliar a pele do pés é procedimento simples que pode realizar uma vez por semana. Isto irá remover todas as células mortas, reduzindo as calosidades e a pele áspera e fazer com que ela fique firme, sedosa e hidratada. Existem alguns produtos naturais muito eficazes para criar cremes esfoliantes caseiros para os pésContinue a ler e descubra alguns deles.
  2. açúcar é um dos produtos naturais mais eficazes para esfoliar a pele e, combinado com mel irá obter uma mistura perfeita para pés bonitos e macios. Basta misturar duas colheres de sopa de açúcar com mele e aplicar a pasta sobre os pés, massaje bem a solução. De seguida retire com ajuda de água morna.
  3. Um creme esfoliante para pés espetacular para fazer em casa inclui sal, farinha, e áloe vera. Todos estes ingredientes têm propriedades muito benéficas para nutrir, regenerar e suavizar a pele. Se quiser experimentar este creme, adicione uma colher de cada ingrediente num recipiente e misture bem. Aplique sobre a pele dos pés, notará que o sal esfolia os pés por completo e a farinha e a áloe vera hidratam a pele.
  4. Outra forma caseira para esfoliar os seus pés é com uma loção à base de açúcar e óleo de amêndoa. O óleo de amêndoa é um produto que proporciona uma pele macia elástica, e misturado com as propriedades esfoliante do açúcar pode ser realmente magnifico para eliminar células mortas dos pés. Misture uma colher de sopa de açúcar em óleo de amêndoa, esfregue suavemente na zona e enxugue com água morna quando terminar.
  5. Não se esqueça de aplicar uma boa loção hidratante depois de cada tratamento para acalmar a pele dos efeitos causados pelo creme esfoliante. Desta forma, os seu pés ficaram sempre com um aspeto saudável e macios ao tato.

Blogdalouse- Creme hidratante para pés ressecados

Creme hidratante para pés ressecados

Ingredientes:
Copo graduado
Bastão de vidro
10 mlde base de creme líquido
900 ml de água mineral ou deionizada
100 ml de óleo de semente de uva
20 ml de extrato de calêndula
20 ml de extrato de arnica
20 ml de extrato de abacate
10 ml de extrato de confrei
10 ml de essência de flor de laranjeira
5 gotas de bactericida
Corante  à base de água de laranja

Modo de preparo:

  1. Coloque no copo graduado a base para creme líquida.
  2. Vá acrescentando a água aos poucos mexendo, até ficar grosso.
  3. Adicione o óleo de semente de uva.
  4. Agora acrescente o extrato de arnica e mexa.
  5. Em seguida, o extrato de calêndula e misture.
  6. Depois o extrato de confrei.
  7. O extrato de abacate na sequência e misture.Agora o bactericida.
  8. A essência de flor de laranjeira.
  9. Em seguida, o corante à base de água de laranja.
  10. Envase o creme num frasco apropriado utilizando uma seringa. Deixe descansar por 24 horas antes de usar.
  11. Creme hidratante para os pés finalizado.
Dicas especiais:
óleo de semente de uva: revitalizante
óleo de calêndula: cicatrizante
óleo de abacate: amaciante

Blogdalouse- Outra receita de Perfume em pasta

Outra receita de Perfume em Pasta


Ingredientes:
30 g de cera de abelha (branca)
15 g de manteiga de cacau
15 g de manteiga de karité
32 ml de óleo de gérmen de trigo ou amêndoas
3 ml de essência de perfume
4 ml de fixador de perfume
frasco apropriado de alumínio
Espátula

Modo de preparo:

  1. Derreta a manteiga de karité,a manteiga de cacau e a cera de abelha.
  2. Adicione o óleo de gérmen de trigo ou amêndoas.
  3. Agora acrescente a essência que você preferir e misture.
  4. Em seguida, o fixador de perfume.
  5. Envase num frasco de alumínio apropriado e espere esfriar.Utilize o produto após 24 horas.

Blogdalouse-Cera de depilação a base de mel

Cera de depilação a base de mel

Ingredientes:
125 g de cera de abelha
375  g de breu
8 ml de glicerina líquida
Panela esmaltada
Fôrma de alumínio
Bastão de plástico
Colher de plástico

Modo de preparo:
  1. Coloque a cera de abelha e o breu na panela esmaltada e derreta em banho-maria.Vá mexendo com o bastão para dissolver os ingredientes.Deixe a mistura esfriar por 10 minutos.
  2. Em seguida, adicione a glicerina líquida e mexa bem.
  3. Despeje a cera no pote de vidro e feche-o.
  4. Finalize colando a etiqueta no vidro.Se preferir use um pote de plástico.
Variações:
Faça também cera em barra.Para isso,use o molde de silicone com o formato desejado e desingforme após 30 minutos de secagem. Para usar, derreta a cera em banho- maria.